6.2.15

Larguei o Mundo para Segurar a Tua Mão

Estas últimas semanas têm sido evidentes, esclarecedoras para mim: Nas relações há altos e baixos e eu estou certamente familiarizada com isso. 
Sei perfeitamente que ter uma relação é difícil. Tem que haver esforços de ambos os lados porque nada acaba ou se estraga devido a uma só pessoa. Tem de haver dois lados, duas culpas, dois perdões e dois amores.
Faz parte do amor suportar os baixos que a relação tem, mas o que fazer quando estes são mais frequentes que os altos?

Nós sabemos quando algo começa e mais depressa sabemos quando acaba, mas por vezes não queremos acreditar que começou, que aconteceu ou que está sequer a caminho do fim. Não queremos definir meios e mais tarde o grande e inevitável fim.
Assisto a relações de meses, 3 anos, 5 anos a terminarem por coisas mínimas. Quer dizer, são mínimas no momento, mas ao acumular tornam-se gigantes. Cansaço, rotina, tudo forma uma gigante bola de neve que enrola os momentos que o casal tem juntos.
As discussões servem para mostrar o quão forte são as relações ou apenas para as desmoronar? É suposto aguentar tudo e ainda achar que o amor é maior do que mil e um defeitos incompatíveis?

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