15.10.12

The Diary Of a Childhood


Parágrafo.
Estou doente. Confesso que já estava com saudades do Inverno, mas isto eu dispensava. Dói-me a cabeça e a garganta.
Não ando com paciência para muita coisa. Apetece-me compras, é isso, amanhã vou às compras. Preciso de botas, perneiras, camisolas, casacos, jeans, legings, brincos e colares. Vou renovar o meu armário de Inverno de uma vez por todas.
Acabei de receber uma mensagem daquelas "Hoje à noite o teu amor notará que te ama... se enviares a 15 pessoas..." bla bla bla. As mentiras alimentam as desilusões.
No dia 5 de Outubro fui ao cinema com a minha mãe, fui ver o "Roma, com amor" e deu para nos rir-mos um bocado bom. A minha melhor amiga é a minha mãe e com todo o orgulho nisso.
O meu pai fez anos - ou fazia - no dia 28 de Setembro. Parabéns.
Estou toda ranhosa, deitada na cama, com uma caixa de lenços para me assoar  - estar doente é super fofinho -  e abraçada ao peluche que a Joana Freire me deu: o meu "Pijaminha".
Tenho um novo membro na familia, o Bart.
Eu e o André estamos bem, estamos normais agora. Não sei, no inicio a distância aproximou-nos, sem duvida. Mas agora está a destruir-nos aos poucos. Não fui feita para relações de longa duração pelos vistos.
O Emanuel desiludiu-me imenso, ele era um irmão para mim e de todos o que eu esperava, foi o único que não me mandou uma sms. Já passou um mês. Eu sabia que a minha presença não iria fazer falta neles, mas não tanto assim. Ter "amigos" nesta idade é super inconstante, e leva-los ate ao fim é ainda mais difícil. Talvez eu não tenha nascido para ter amigos, talvez estes nem existam ou talvez nem valham a pena.
Ponto final.

Com amor, da tua, Beatriz.

p.s.: Bartolomeu Maria Bernardo, um beijo dele, para ti.

Sem comentários:

Enviar um comentário