5.6.12

The Diary Of a Childhood


Querida Inês,
Tenho tantas saudades tuas. De ouvir as tuas palavras, de ver os teus sorrisos. Não me lembro de ti o suficiente, custa de mais pensar nisso e reviver tantas memórias. Meu Deus, como sinto a tua falta, mas isso não faz com que te perdoe. Tu prometeste estar cá para sempre e agora que preciso de ti, mais do que qualquer outra pessoa no mundo. Tu não estás nem virás a estar. Lembro-me quando as minhas guerras eram pastilhas, ou beleza ou simplesmente bonecos e eu pensava que pior não existia e agora as minhas guerras são outras. São as guerras que eu devia vencer, mas continuo com as armas postas no chão. Por medo, por idiotice ou simplesmente por cobardia. Alguma coisa será não concordas ?
Desde que te foste embora, tenho sentido falta de um grande apoio, a grande coisa que me mantinha em pé e não te esqueças:
Sinto a tua falta, talvez só hoje, talvez só amanhã, talvez até sempre, fica bem.

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